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Alvenarias: Normas Gerais de Execução 1


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Normas Gerais de Execução

As paredes de alvenaria  devem ser executadas de acordo  com as dimensões de projeto, nas espessuras de 0,25 m, 0,15 3 e 0,10  m para paredes externas e  internas respectivamente. As espessuras indicadas devem ser para paredes prontas, após revestimento.

Antes de iniciar a  construção da alvenaria de tijolos, os alinhamentos  das paredes externas e internas devem ser marcados  através de  cordões de fios de arame esticados sobre cavaletes; todas as saliências, vãos de portas e janelas, etc., devem ser marcados através de  fios a prumo.

Devem ser colocados tacos de madeira, com espessura mínima  de 5 cm, ranhurados ou trapeizoaidais, previamente imunizados para fixação das esquadrias  (portas,  caixilhos, rodapés d e madeira), sendo e no mínimo  para os  batentes e nos rodapés a  cada 0,50 m.

Sempre que possível e a critério da Fiscalização, as tubulações devem ser planejadas para  serem embutidas dentro das alvenarias, as quais devem  ser previamente montadas, para evitar a posterior abertura  de canais, sobretudo quando sua posição é horizontal.

Sobre os vãos de portas e janelas devem ser  construídas vergas de concreto armado, convenientemente dimensionadas, devendo ultrapassar a abertura do vão no mínimo em 15 cm nas paredes de ½ tijolo e 25 cm nas de 1 tijolo; em caso de cargas elevadas ou  grandes  vãos deve ser  feito  cálculo para dimensionamento das vergas.

No enchimento dos vãos nas estruturas de concreto armado, a execução da alvenaria da paredes, em cada andar, deve ser paralizada a uma distância de 20 cm de face superior das vigas ou lajes. O fechamento das paredes deve ser feito com tijolos maciços, inclinados  e bem apertados. Este fechamento só deve ser executado depois de  decorridos 8 (oito) dias desde a execução  da parede, sem interrupção.

Todo parapeito, platibanda, guarda-corpo  e parede baixa de alvenaria não apertados na parte superior, devem ser reforçados com cintas de concreto armado  convenientemente dimensionadas.

Todas  as  molduras e motivos decorativos com  saliências superiores a 3 cm devem ser preparados  em alvenaria de  tijolos ou em concreto.

As paredes  que repousam  sobre vigas contínuas devem ser levantadas simultaneamente, não sendo permitidos diferenças superiores  a 1,00 m entre as alturas  levantadas em vãos contínuos.

Nas estruturas mistas, as alvenarias devem compor o, sistema estrutural, sendo obrigatório o uso de argamassa mista 1:4:8, amarrações nos cantos e nos encontros por meio de pilares de concreto armado de 10 x 11 cm, independentemente da espessura da própria laje. Sobre esta cinta se apoiará a laje ou o entarugamento para  forros.

As concentrações de cargas  na alvenaria devem ser distribuídas por coxins de concreto armado somente quando não houver possibilidade de apoio das vergas em vãos inferiores  a 1,20 m.

Vergas, contravergas e cintas,  devem ser de concreto armado com 300 Kg de  cimento e 80 Kg de ferro por m3.

Os limites de trabalho à compressão  nas alvenarias devem ser os seguintes:

Material    Kg/cm
Tijolos comuns    5
Tijolos prensados    8
Alvenaria de pedra comuns com argamassa de  concreto    15
Alvenarias de  lajões    25
Alvenaria de blocos de concreto    38
Cantaria de granito    40

Alvenaria de Tijolos Comuns:

Os tijolos devem ser bem molhados na ocasião de seu emprego e assentados com regularidade, formando fiadas perfeitamente niveladas, prumadas  e alinhadas. A  espessura das juntas não deve ultrapassar 1,5 cm.

Salvo indicação em contrário no projeto  (inclusive  memorial), as alvenarias de tijolos  maciços devem ser com  argamassa de cal e areia mista no traço 1:4 em volume, com  adição de 100 Kg  de  cimento por m3.

Em  regra geral, não se deve executar alternativa de  tijolos cerâmicos em contato com a terra, sendo mais indicado o uso de  tijolos de concreto ou calcáreos. Caso isto  não seja possível, a alvenaria deve ser protegida com revestimento impermeável, obedecendo-se neste caso, as Especificações aplicáveis  ao  caso.

As fiadas devem  estar perfeitamente niveladas, alinhadas e  aprumadas. As  juntas devem ter a espessura máxima de 15 mm e  serem rebaixadas a ponta  de colher, para que o emboço adira fortemente.

Os tijolos furados de barro cozido deverão atender as especificações da  EB-20  da  ABNT e  serão assentes da forma descrita  acima, aplicável  aos tijolos maciços.

Para esse obter perfeita aderência entre a alvenaria de tijolos e a superfície de concreto à qual se justapõe  (inclusive as faces inferiores),  estas devem  ser chapiscadas com argamassa de  cimento e  areia no  traço 1:4.
Alvenaria de tijolos à vista:

As paredes de  tijolos cerâmicos à vista devem ser construídas com tijolos  laminados de primeira qualidade, tamanho comum, com dimensões uniformes e arestas perfeitas, assentados com argamassa  mista  no traço 1:4 em  volume e com adição de 150 Kg de  cimento por m3.

As juntas devem  ser  acabadas em baixo relevo, repassando com estilete de aço e ficaram perfeitamente uniformes em espessura, nível e  prumo.

As paredes duplas na espessura de 1 tijolo, devem s er executadas como duas paredes separadas de ½ tijolo  cada. A parede interior deve levar um reboco  de  cimento e areia no  traço 1:4 com adição  de impermeabilizante  no lado exterior e um ferro de amarração ? 3/16” cada m2, para uní-la com a  parede de ½ tijolo exterior, conforme  detalhe de arquitetura.

A face à vista deve ficar limpa e sem salpicaduras ou manchas de cimento e cal.

A eventual  limpeza e o repassamento das juntas devem ser executados o mais prontamente possível após o  assentamento dos tijolos à vista.

Alvenaria de Placas de Concreto Celular:

A execução desta alvenaria deve obedecer ao mesmo critério constante  das normas gerais, além das preocupações necessárias às qualidades especiais deste material.

Para evitar rachaduras nas paredes e nas juntas com a estrutura portante, devido à retração das placas, convém aguardar que a  argamassa para o  assentamento esteja bem seca, antes de se proceder às cunhagens vertical e horizontal, usando-se para as cunhas o mesmo material.

Tratando-se de  uma material menos resistente, deve-se eliminar os tacos de madeira, fixando-se as esquadrias  por meio de chapas dobradas, embutida nas juntas com argamassa de cimento e areia. Os rodapés podem ser fixados de modo convencional em tacos de madeira com argamassa de cimento e areia.

A argamassa para o assentamento varia de acordo com a qualidade de água  absorvida pelo material a ser empregado:

a)     Traço em volume: 1 parte de cimento, 3 de cal e 10 de areia média peneirada (grão máximo 6 mm).

b)     Traço em volume: 1 parte de cimento, 4 de areia média peneirada (grão máximo 6 mm).

A espesssura das juntas terminadas normalmente não deve ultrapassar 1 cm.

Deve-se proteção cuidadosa contra a  chuva.

Alvenaria de Blocos de Concreto:

Podem ser ocos ou maciços, sendo fabricados  nas espessuras de 10 cm, 15 cm, e 20 cm, com traço de concreto adequado à finalidade do  material.

A alvenaria de blocos deve receber o acabamento usual de emboço, porém as paredes externas necessitarão de  argamassa impermeabilizante para o revestimento, a fim de impedir a infiltração de umidade.

As espessuras das juntas terminadas não devem ultrapassar 1 cm. As rebarbas devem ser  tiradas a colher (ou no caos de parede à vista, devem ser rebaixadas com ferro em baixo  relevo). Devem ser colocados em linhas retas, horizontais contínuas e verticais descontínuas. As juntas verticais devem  ser completamente cheias com argamassa, usando-se para este fim os rebaixos laterais dos blocos.

Eventuais reforços horizontais ou verticais devem ser executados à medida em que forem sendo levantadas as paredes, aproveitando-se os buracos verticais ou peças especiais de blocos em forma de “U” para os horizontais. Deve-se proceder de tal maneira que os elementos de aço fiquem completamente envolvidos na argamassa ou no concreto, com cobertura mínima de 15 mm.

O assentamento deve ser feito com argamassa de cimento e areia média, traço 1:4  em volume, acrescentando-se 100 Kg de cal/m3.

Além das especificações acima, deve-se tomar cuidados especiais quanto ao seguinte:

a)     Encontro de paredes com pilares (prever  amarração);

b)     Chumbamento de batentes, caxilhos e rodapés;

c)     Rasgo para canalizações (elétricas e hidro-sanitárias);

d)     As paredes devem ter a espessura indicada no projeto, porém, nunca se deve contar o bloco para  atingir essa espessura.


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